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Sintomas da Síndrome do Pânico

Existem vários sintomas da síndrome do pânico sobre os quais vamos falar já a seguir. Antes disso é necessário entender que a síndrome do pânico é uma doença do foro psicológico e que pode haver uma má interpretação dos sintomas o que leva a um agravamento da situação.

Se você olhar para os sintomas e está à procura e quer encontrar um problema psicológico… Você vai encontrar esse problema… Mesmo se não existir. Entrar em pânico porque você pensa que tem a síndrome do pânico acontece, e isso vai piorar a sua situação se encarar a doença como incurável.

O desafio do tratamento da síndrome do pânico não é fácil, mas não é uma tarefa impossível. Não se preocupe porque a síndrome do pânico é uma doença que tem tratamento e não são necessários remédios ou medicamentos com efeitos colaterais.

A síndrome do pânico está ligada à ansiedade generalizada. Um ataque de pânico começa a ganhar força muitas horas antes do próprio ataque. Os ataques de pânico ganham a sua força da ansiedade que se acumula ao longo das horas e dos dias. A ansiedade é definida como um estado de apreensão ou medo, provocado pela antecipação de uma ameaça, incidente ou situação, sejam elas reais ou imaginárias.

A ansiedade é uma das emoções humanas mais comuns durante a vida. No entanto, a maioria das pessoas que nunca teve um ataque de pânico, ou extrema ansiedade, não consegue compreender a natureza assustadora desta experiência.

Alguns dos sintomas da síndrome do pânico são tonturas extremas, visão embaçada, formigueiro, falta de ar – e isso é apenas o começo! Quando estas sensações acontecem e as pessoas não sabem a razão, acham que contraíram uma doença ou algum grave problema mental. A ameaça de perder completamente o controle parece bastante real e, naturalmente, assustadora.

Estes são alguns dos sintomas da síndrome do pânico:

  • Tonturas que levam ao pânico.
  • Arrepios e calores seguidos de ansiedade.
  • Falta de ar e apertos na garganta e no peito.
  • Falta de conexão com o que se passa à sua volta.
  • Preocupações obsessivas e pensamentos indesejados.
  • Batimento cardíaco muito rápido e formigamento no corpo.
  • Um medo aterrorizador que o pânico vai fazer você passar dos limites.

Estas são algumas situações que podem acontecer a pessoas com síndrome do pânico:

  • Ir parar ao pronto-socorro ou ao hospital porque pensam que estavam a ter um ataque cardíaco, mas afinal era ansiedade.
  • Medo de parar de respirar porque têm um aperto no peito e a respiração irregular.
  • Medo dirigir e ficar parada no trânsito, numa ponte ou num sinal vermelho.
  • Nervosismo e medo de perder o controle e ficar maluca.
  • Ter pensamentos ansiosos que não consegue parar.
  • Desconforto em lugares fechados como shoppings, supermercados, cinemas, transportes públicos.
  • Nervosismo e ansiedade em situações que antes eram normais.

A síndrome do pânico, ataques de pânico e ansiedade generalizada são problemas graves, mas existem vários métodos de tratamento. Para eliminar totalmente os ataques de pânico o tratamento deve ser feito sem medicamentos, pois é uma forma temporária de atenuar os sintomas. Para saber mais sobre os efeitos da síndrome do pânico veja os artigos sobre as manifestações físicas, as manifestações mentais e os tratamentos da síndrome do pânico.

Também é bom desmistificar os mais variados mitos da síndrome do pânico, pois muitas pessoas espalham estas falsidades que não ajudam nada quem sofre deste grave problema.

Para um tratamento efetivo da síndrome do pânico é necessário entender a doença e criar uma mentalidade de calma e autocontrolo.

Tentar resolver este problema com medicação não é uma solução permanente e só vai adiar o problema por tempo indefinido, enquanto sofre de efeitos colaterais dos remédios. Tudo isso é possível com alguma dedicação para entender melhor este problema. Assim é possível vencer o problema da ansiedade de forma permanente e sem remédios.

Para saber mais sobre o síndrome do pânico subscreva à nossa Newsletter para receber dicas grátis no seu email. Este acompanhamento regular é a melhor forma de você aprender mais sobre este problema e finalmente vencer a síndrome do pânico.

 

104 comentários

  • Josy disse:

    Tenho 29 anos e tou abismada como tantas pessoas sofrem de SP. Eu sofro desde adolescente. Mas tento não me abater. As primeiras vezes que os sintomas se manifestaram foi em um pesadelo. Superei com tratamento psicologico e com medicamentos, mas aconteceram mais várias vezes depois. E não é sempre que tenho consciência de que está acontecendo novamente. Também já parei no hospital várias vezes, recentemente inclusive, parece realmente que é a hora de morrer. Sou uma pessoa extremamente extrovertida, comunicativa e sempre fiz muitas amizades (às vezes nem eu mesma acredito que sofro desse mal), mas quando entro em crise me enrolo feito um caracol… mas bom, sempre confiante que DEUS é conforto sempre!

    • Ricardo disse:

      Impressionante como eu me identifiquei com o seu relato e, do mesmo jeito que vem ela vai, uma noite mal dormida e parece que o fim do mundo esta perto, na noite seguinte consegui dormir bem e pronto, como se nunca nada tivesse ocorrido. Sorte pra gente!

  • Cassia disse:

    Gostariade saber o que me aconteceu. Tive uma vontade louca de ir embora de onde eu estava e a vontade foi aumentado e acabei por antecipar minha passagem. Começei a sentir frio intenso e bater queixo sem parar e uma vontade louca de ir embora daquele lugar que estava. Tomei 1 rivotril de 2 mg e só assim melhorei um pouco e tomei 1 banho quente para melhorar. Acha quetive sindrome do panico, não sei o que tive!

    • Carla disse:

      Cassia, você precisa ir a um médico, quem lhe passou o Rivotril de 2 mg? Essa dose é forte demais. Sou portadora do sindrome do pânico e me trato com 0.50, uma dose à noite e uma pela manhã. Sofro desse mal há dois anos e nunca senti esse frio de bater os queixos. Muito pelo contrário, a sensação é de calor. Já a vontade de sair do lugar imediatamente, realmente acontece porque temos medo de surtar e passar vergonha. Procure um médico amiga. E tenha fé em Deus.

  • Rita de Cassia Rezende disse:

    Estou me sentindo muito triste, tudo à minha volta está ruim não consigo parar de chorar e quando choro me dá um nó na garganta estou me sentindo péssima. Quero arrumar uma namorado mas não consigo sair e me divertir… E quando saio está tudo ruim parece que morri, ninguém me nota… Preciso de ajuda!!!!

    • Maria Adelaide disse:

      Sofro de depressão desde 1995, continuo com medicação até hoje pois tenho fibromialgia também. Na época, o que mais me ajudou foi a companhia dos amigos. Eles me arrastavam para fora de casa mesmo contra minha vontade. Uma amiga chegou a me enfiar debaixo do chuveiro e me ajudou a vestir e maquiar. Hoje agradeço muito a todos eles, pois foi numa festa que conheci meu marido, eu estava em plena crise não saí do meu canto.O interesse pela outra pessoa me fez esquecer minha propria tristeza e assim eu comecei a me reconectar comigo, com quem eu era antes da doença. Deu certo, hoje convivo com a depressão, trabalho, tenho uma filha , em marido e 4 cachorros. Não desista e peça ajuda da família e dos amigos, sozinha voce não sai dessa. Quando tiver um segundo de lucidez, tome um banho, se arrume e corra para os seus amigos, se der a crise vai ser melhor chorar com eles do que sozinha. Fique em paz e não tenha medo, é possível!

    • Nevinha Espinola Feitosa disse:

      Amiga, a partir de agora. Gostaria de te dizer, não se isole, ninguem sobrevive sozinha sem aparecer depressão, tristeza, ansiedade, além disso procure uma Igreja que lhe preencha de Cristo no seu coração,Pois voce dai com certeza encherá a mente de bons pensamentos, governará seu coração e guiará seus pés.Ponha Deus em seu coração e tudo o mais será resolvido. Deus é fiel.

  • Manuela disse:

    Estou com medo de tudo… tenho vontade de morrer. Se alguem vem falar comigo já começo a tremer. Minha voz não quer sair e começo a ficar gelada. É horrivel sentir isso, estou com muito medo.

    • Mari B disse:

      Vendo os sintomas da síndrome de pânico, eu fico imaginando se eu tenho isso.
      Faz um mês, mais ou menos, que eu venho sentindo essas dores, que são tipo “pontadas” em regiões diferentes do abdome e tanto no lado direito quanto no lado esquerdo do tórax, meio que na região que o coração fica. As dores abdominais acontecem principalmente no estômago, parece que dá aquela sensação de quando você está com tanta fome que seu estômago dói (só que mais forte), mas eu como e não melhora. Pra completar, to sentindo muita falta de ar, como se eu não conseguisse respirar fundo e como se a minha garganta estivesse bloqueada, fechando.

      O que eu estou preocupada mesmo é que a minha família tem um histórico de câncer bem feio e, sendo paranoica do jeito que eu sou, eu estou morrendo de medo que eu tenha um câncer terminal no, sei lá, estômago ou alguma coisa assim e esteja a ponto de morrer. Também tenho várias pintinhas na região do tórax e, depois de ler sobre câncer de pele em um site, parece que elas começaram a arder e coçar, o que me deixa apavorada, pensando que eu tenho câncer de pele, quando eu praticamente não pego sol.

      A pior hora é quando eu vou dormir. Uma vez eu senti tanta dor no lado esquerdo do peito, que pensei que aquela era minha última noite, que teria um ataque cardíaco a qualquer momento e que de manhã minha família ia me encontrar morta. Eu senti tanto medo de morrer e de não poder me despedir da minha família, que fui dormir com os meus pais, quase chorando (tenho 15 anos). E é estranho porque, quando eu estou distraída, conversando e tal, eu não sinto nada, de verdade.
      Mas, de todos os sintomas, a única coisa que não acontece comigo é ser levada ao pânico pelas tonturas, apesar de eu tê-las de vez em quando. Mas eu não quero contar esses sintomas pra ninguém, porque de vez em quando eu falo que estou sentindo alguma coisa ou outra pra minha família e eles parecem em olhar como se eu fosse uma hipocondríaca desvairada e falam que não deve ser nada, pra eu não me preocupar. E eu também tenho medo de ir no médico e falar o que eu sinto porque eu tenho medo de ser um câncer terminal que se espalhou pelo meu tórax. E eu preferiria morrer sem saber o que é do que ficar fazendo tratamento, parar de sair, parar de ver meus amigos e ficar em um hospital apenas pra morrer do mesmo jeito.
      Mas isso é tanta paranoia, tanta preocupação para uma adolescente, não é? Parece que eu vou enlouquecer.

  • Rômulo disse:

    Após um tempo preso e um processo de deportação de um país europeu passei a ter claustrofobia – a princípio medo de lugares apertados como elevador – porém meu problema se agravou e mesmo num lugar aberto, caso passasse pela minha cabeça que não podia sair dali, sentia todos os sintomas descritos no texto, passei a fazer ioga e melhorei muito, parei com o ioga e aqui estou eu prevendo sempre um novo ataque. Fui a um psiquiatra e tudo que ele fez foi receitar uns remediozinhos, perguntei a ele você acha mesmo que isto resolverá meu problema: “calma, vamos acompanhar o seu quador…”, disse ele. Acredito que preciso mesmo de informação sobre o caso e de atividades que me deêm um novo ritimo diante das pressões da vida.

  • Kelly disse:

    Bom eu tenho um sintoma e gostaria de saber se é um reflexo da sindrome do pânico, eu tenho medo de ficar vermelha diante das pessoas, então sempre que alguém chega perto de mim logo me sobe um calorão e fico apavorada, quero muito me curar pois eu estou me afastando até de quem eu gosto muito, só por causa deste transtorno. É normal da sindrome do pânico, o que eu faço?

  • Jéssica disse:

    Tenho 24 anos e sofro de síndrome de pânico há 1 ano! É horrível…. sensações de pressão na cabeça, vertigens, falta de ar, mãos e pés gelados… Entro em desespero e penso que vou morrer. Já fui ao médico fiz exames de sangue, colonoscopia e todos deram normais. A pessoa tem a sensação de estar com uma doença grave, com algo na cabeça e que vai morrer a qualquer momento! A hora de dormir é a pior quando você deita sente uma pressão muito forte na cabeça como se fosse ter uma parada! Fui a um encontro na igreja e senti um alívio muito grande, mas ainda continuo com as crises, creio que por pouco tempo, pois pretendo frequentar mais as orações e sei que DEUS está no controle de tudo e só ele salva! Por isso digo e peço a vocês se apeguem a Deus e procurem orações! Vamos melhorar se DEUS quiser e ele quer!

    Fiquem com DEUS!

  • Renata Perrett disse:

    Em Abril desse ano eu passei um domingo ótimo com meu marido e filhos. Quando de repente comecei a sentir uma dor no peito horrivel, falta de ar, formigamento nas mãos, a lingua a enrolar e claro um medo absurdo de morrer. Tenho pavor de morrer um dia, seja quando for. No hospital fiz todos os exames que devem ser feitos em situações cardiacas e não deu nada. O cardiologista me disse que pode ser sindrome do panico. Tenho horror de avião e de helicoptero. Acho que eles possam cair na minha casa, me ajude.

  • Fred disse:

    Tenho 31 anos e estou sofrendo com estes trasntornos. Trabalho como motorista carreteiro e ultimamente vinha fazendo muito uso de drogas para me manter acordado na ambição de ganhar mais dinheiro e ter uma vida melhor. Até à primeira crise que foi em Setembro de 2010. Fui parar no pronto socorro com aceleramento cardiaco, falta de ar, muito refluxo, pressão enorme na nuca… Achei que ia morrer. Desde então nunca mais usei nada do que vinha usando, continuei trabalhando e fui parar no hospital mais 4 vezes até Dezembro com os mesmos sintomas. Desde então não consigo mais trabalhar, é so falar que tenho que ir pra estrada, ficar sozinho, entrar dentro do caminhão, começam a me desencadear todos os sintomas que não consigo entender. Estou em tratamento com um psquiatra mas sinto que os remédios não o fazem efeito algum… Já não sei mais o que faço… Na última pericia que fui fazer no INSS o médico riu da minha cara e me liberou para trabalhar mesmo quando eu apresentei os meus medicamentos e o atestado do psiquiatra. A minha vontade maior era ir a empresa pegar o caminhão e bater na primeira oportunidade. Estou em desespero não sei mas o que faço!

    • Anderson de Braga disse:

      Olá Fred, também sou motorista carreteiro e tenho os mesmos sintomas, mas nunca usei remédio nenhum. A sensação é horrivel de saber que tem que sair de casa e ficar longe da familia, achar que não vai voltar mais, é um caso serio. Faço testes nas melhores empresas de transportes, passo em tudo e com elogios mas na hora de pegar a mala e ir viajar eu travo, choro muito e não consigo sair de casa. Preciso tomar calmante dos bravos até apagar e ai perco o emprego, mas se conseguir algum tipo de tratamento me avise e boa sorte.

  • Thalita disse:

    Tenho medo de tudo! De ser assaltada, de ser traida, de ficar sozinha, mas principalmente de pessoas mortas. Fiquei sozinha no trabalho ontem e comecei a chorar, liguei para todo mundo. Estou surtando! Não sei mais o que fazer.

  • William Silva disse:

    Tenho 27 anos estou tendo alguns sintomas, eu gostaria de saber se pode ser síndrome do pânico. Tenho uma sensação que a vida não tem graça, calafrio, tonturas, cabeça parece que está pesada, começo pensar no passado e me da desespero, não tenho vontade de fazer nada e as vezes solta o intestino, isso começou após algumas crises no casamento, será que tem a ver com S.P.?

  • Juliana disse:

    Olá, estou com alguns problemas na escola, e isso tem me dificultado fazer coisas normais que eu fazia antes, tenho a maioria dos sintomas, acho que tmbm tenho depressão, mas ultimamente tenho sentido um medo do ‘nada’ sinto minhas pernas formigarem, tonturas que penso que vou desmaiar, só tenho 15 anos…tenho medo de ser coisas da minha cabeça, por isso não conto nem para meus pais, tenho medo de pensarem que é ‘frescura’ acredito que ninguem pode me ajudar ou me entender, pois quando começo a me abrir com alguém, sinto como se não fosse compreendida…

  • Joilda disse:

    A primeira vez que comecei a apresentar sindrome do panico foi aos 14 anos, tudo começou por causa de uma dor no peito e na época não se falava muito dessa doença. Fui a sete médicos e varias vezes ao pronto socorro, comecei a tomar um tranquilizante fraquinho para dormir e quando acabou minha mãe não deixou eu tomar mais para não viciar. Me dava chás para relaxar, tinha vergonha dos meus amigos saberem o que eu estava sentindo. Minha mãe me ajudou muito, sempre firme, me falando que era coisa da minha cabeça e que eu não ia morrer. Confiei muito nas palavras dela. Portanto acreditem que vocês vão se curar, hoje estou com 36 anos, sou anciosa e ainda medrosa, mas tento ter o equilibrio para não fraquejar nas situações dificíeis. Confie, vocês vão vencer.

  • Correia disse:

    Oi. Sou um homem de 44 anos e a 1 ano e meio tive a minha primeira crise de pânico. Trabalhei durante a noite e quando cheguei em casa as 7 horas tive um pequeno desentendimnto com minha mulher que estava saindo para o trabalho, liguei a TV, os meus filhos dormiam e derrepente tudo começou. Falta de ar, palpitações, mãos formigando, calafrios. Eu tinha a certeza que estava prestes a ter um infarto ou um derrame. Mesmo sendo a primeira vez procurei manter a calma, peguei no meu carro, liguei o alerta e fui ao hospital. Foi muito dificil pois só piorava, o atendimento foi imediato diante do meu desespero no local. No atendimento já me falaram que era pânico pois a pressão estava ótima e os batimentos cardiacos também. Um pisquiatra veio falar comigo e me tranquilizar, confesso que chorei muito pois estava muito angustiado. Fui medicado e tudo passou. Depois disso tive várias crises pequenas e uma muito forte, mais forte do que a primeira. Fui ao hospital outras várias vezes, isso só para ouvir alguem falar que eu não tinha nada e que estava tudo bem. Hoje estou bem melhor mas faço acompanhamento médico, infelizment ando com meu Rivotril no bolso o tempo todo mas logo logo me desapego. Hoje me controlo muito bem diante de uma possivel crise. Quero saber uma coisa, eu tenho muito medo de doenças. Acho que também vou ter tal coisa, perco o sono e não tenho nem vontade de sair de casa. Me sinto muito fraco e sem vontade de nada, isso também e do panico? Fazer exame de sangue então nem pensar. Bom gente, um forte abraço a todos e se alguém poder me passar alguma coisa positiva sou muito grato.

  • Rodrigo disse:

    Meus sintomas são um pouco diferentes. Na primeira vez que tive uma crise houve confusão mental, taquicardia, tremores e acidez no trato gastro intestinal. Não conseguia arquitetar um raciocínio, parecia que estava enlouquecendo. Depois de uns 30 minutos os sintomas passaram. Mas o efeito psicológico ficou pois tenho receio de ter novamente. Estou tentando melhorar com acupuntura, florais pois não quero usar esses remédios. Tive algumas outras crises depois…

  • Darlene disse:

    Olá, tenho 28 anos e acredito estar com a síndrome do pânico. No verão do ano passado, com as fortes pancadas de chuva, passei a ter um medo terrível. Achava que o prédio ia desabar (moro no 17° andar), que avião ia cair no prédio e etc. Durante todo o verão foi assim, era começar a chuva, eu começava a chorar, tremer, paralisava. Estava sempre irritada e esperando a próxima pancada de chuva. Quando as chuvas passaram meu medo foi diminuindo. Passei o restante do ano até que relativamente bem, com medo que o prédio desabasse ainda algumas vezes, mas nada tão forte. Este ano, voltou tudo isso. Escuto barulho a noite no prédio, já acho que é viga se rompendo, que o prédio vai cair. As chuvas continuam me dando medo, mas nem perto do que era no ano passado. O medo vem mesmo a hora que vou dormir, quando o silêncio é maior e escuto diversos barulhos. Entro em desespero, fico esperando o momento em que o prédio vai ruir, fico pensando o que posso fazer para tentar me salvar, que não quero morrer ainda e etc! Preciso de ajuda… não sei mais o que fazer e estou pirando com tudo isso! Se alguém puder me ajudar ficarei extremamente grata!

  • Jéssica disse:

    Oi! Nossa, não sei como isso foi acontecer comigo, à algum tempo ando notando que estou com medo de tudo. Fui fazer meu psicotecnico e não consegui, tenho vontade de terminar os estudos mas não tenho coragem. Não consigo mais sair de casa e me divertir, estou sempre com medo do que os outros vão falar. Tremo quando alguem chega perto de mim e quando vou falar em publico minha voz tranca e começa a dor na garganta. Gostaria muito que alguem me ajudasse porque não posso contar isso para ninguem porque vão achar que é bobagem. Obrigada.

  • Matheus disse:

    Estou a 1 semana me sentindo assim. Ansioso, com um “frio” na barriga, ando na rua parece que estou desconectado mesmo. No momento, o medo de que eu possa está ficando maluco e o desconforto que isso me traz, é o que tem me angustiado mais. Às vezes pareço esquecer dos problemas e me sinto um pouco melhor, mas logo vem tudo de novo. A persistencia da ansiedade me anseia ainda mais. Sinto como se isso nunca fosse passar. Junta com o desespero. Tenho só 16 anos e nunca havia passado por isso . Vou em um psiquiatra esse final de semana… e espero algum diagnostico ou alguma resposta que me ajude. Acho que conversar com alguem que esteja passando por isso pode me ajudar, por isso deixei meu email, podem me adc no MSN se quiserem.

  • Clara disse:

    Olá, tenho 44 anos, e ha algum tempo tenho tido alguns problemas de estomago, e sempre que isso acontecia, ficava de cama, muito mal estar, dores na nuca, vomito e às vezes intestino solto, aos poucos so o fato de sentir algum leve sintoma ja entrava em panico, nao queria ficar doente, e isso so agravava o mal estar.
    Depois, do nada, em alguns momentos do dia eu sentia um certo desespero, sentimento de alguma coisa estava errada, algo de ruim vai acontecer com alguem que eu amo, formigamento e uma ansiedade fora de controle, corria para meu quarto e tentava dormir e relaxar, era dificil mas era unica forma de isso passar. Agora com alguns problemas profissionais comecei a ter crises de ansiedade cada vez maiores e mais frequentes, vontade de chorar, e ficava pensando em mil problemas que poderiam acontecer, perder o controle por si só ja me apavora, entao comecei a tomar calmantes fitoterapicos três vezes ao dia, agora me sinto mais tranquila, fico com preocupações e medos, mas em um nível muito menor de ansiedade, sem desespero.
    Estou lutando pra melhorar minha situacao profissional, e espero aumentar minha auto confiança e reduzir cada vez mais o medicamento e as crises.

  • Sandra disse:

    Eu sofri muito com isso, durante anos, mas tudo começou quando percebi que a vida não era o mar de rosas que eu imaginava, aí vieram problemas e mais problemas e eu comecei a “esquentar” muito a cabeça e me preocupar, havia momentos que eu pensava que meus problemas não tinham solução. O tempo passou… cerca de oito anos, com ataques de pânico e depressão que ora melhorava, ora piorava. Tomei medicamento por alguns anos, fiz muitas orações, pois como citado acima a gente pensa que vai morrer a cada ataque, então como fica nosso dia a dia, vira de cabeça pra baixo. Não saia de médicos e os exames sempre bons, sentia peso na cabeça constantemente. Tudo devido a desilusões. Aí comecei a praticar yoga, meditação e exercícios profundos de respiração, foi o que me resolveu. Sou ainda muito nervosa e anciosa, mas qdo percebo q estou passando dos limites, yoga, meditação e respiração! E não posso me descuidar! Agora eu sempre me pergunto? Como pode existir pessoas que vivem preocupadas, ou vivem planejando o mal de outras pessoas ou até mesmo derrubar alguém, sentem ódio, inveja etc… e não tem nenhum ataque de pânico! Por favor, quero saber que tipo de cérebro elas possuem. Obrigada, espero ter ajudado. Beijo a todos! Fiquem com Deus!

  • Felipe Reis disse:

    Perdi um amigo muito próximo em meados de novembro do ano passado. Desde então, tenho sentido certas sensações estranhas como medo de dormir, medo de ficar doente e morrer abruptamente. Cheguei a ter inquietações dias antes da virada do ano e fui parar no Pronto Socorro. O médico socorrista me deu DIAZEPAM para acalmar e resolveu. Foi a primeira vez na vida que tomei calmante. 2012 chegou e tudo voltou ao normal. Até que, no dia 31/01, fui para Atibaia com minha irmã, namorada e cunhado, e comecei a sentir certas sensações incômodas como “estar fora da realidade” e “estar dopado”. Sou professor efetivo e tive que me afastar por uma semana do serviço, no começo de fevereiro, pois estava sentindo muito cansaço, corpo mole, dormência – e aqui estava tendo epidemia de dengue. Fui ao Pronto Atendimento e o médico disse que meus exames indicavam que eu estava bem e me disse para tomar calmante fitoterápico à base de maracujá. Mas no dia 04 de março deste ano, eu estava sentindo muita dor na cabeça, do lado direito, fui a uma farmácia e me indicaram tomar MIGRALIV. No dia seguinte, umas 5h da manhã, eu tinha tomado, há 4h atrás, o 4º comprimido de MIGRALIV.

    Tentei me levantar da cama para ir trabalhar, mas não consegui. Visto aquilo, levantei forçadamente. Foi quando comecei a sentir formigamento em todo o corpo, principalmente na cabeça. Fiquei com muito medo, pedi que me levassem urgentemente ao Pronto Socorro. Lá mediram minha PA e estava por volta de 160/90. Minha PA sempre foi normal: 120/80. A médica perguntou o que havia acontecido e contei que eu estava tomando MIGRALIV 4 vezes ao dia. Na mesma hora, ela me disse pra tomar DIAZEPAM 10mg para abaixar a pressão e me acalmar. Só sei que fiquei 4h30 dentro do Pronto Socorro. E foi exatamente a partir desse dia que comecei a ter sintomas de síndrome do pânico. Até comprei um esfigmomanômetro digital. O que aumentou ainda mais minha ansiedade. E fui a um médico, que receitou vários exames (tudo normal) e me receitou DIAZEPAM 5mg antes de ir dormir. E segui o tratamento corretamente. Mas senti que eu começava a entrar em pânico e tomava o remédio, cada vez mais cedo. Foi quando parei de tomar.

    Cheguei a ficar internado na Santa Casa de uma cidade vizinha com suspeita de gastrite, pois eu tomava DIAZEPAM e nem me alimentava corretamente. Assim que recebi alta, procurei um psicólogo e ele me indicou ir a um psiquiatra aqui da cidade. Fui ao psiquiatra, mas como, segundo ele mesmo me disse, eu não estava tendo alucinações, meu problema não era psiquiátrico. Mas já perdi até a conta de quantas vezes fui parar no Pronto Socorro e sempre o recomendado pelo médico socorrista era eu tomar DIAZEPAM 10mg para acalmar os nervos e era o que acontecia. Em abril, tive uma melhora estrondosa. Porém, no mês seguinte tudo voltou. E cada vez pior. Voltei a tomar diazepam 5mg, fiquei duas semanas afastado do serviço e nada de resolver as crises de pânico. E sempre indo desesperadamente ao Pronto Socorro. Geralmente, sinto essas reações no período entre a tarde e a noite. Algumas vezes em que senti pânico, eu simplesmente sentava na cama, respirava fundo, orava e passava. Outras vezes, eu fazia tudo isso e fazia um chá de camomila ou erva-doce, tomava banho quente e/ou leite quente. Uma vez eu já senti a boca seca, decerto falta de vitamina.

    Novamente fui parar no Pronto Socorro. Muitas vezes fui a pé até lá, o que indica que isso tudo é realmente psicológico. A última vez que tive isso foi na madrugada de terça-feira passada. Acordei passando mal, sentindo a boca seca, taquicardia, formigamento pelo corpo, calafrios, desespero. Eram 4h30 da madrugada e fui a pé até o pronto socorro. Tudo estava normal. Apesar do Medidor de PA ter dado 155/110. E hoje, dia 09/09/2012 estou escrevendo isso, pois estou sentindo aquelas mesmas sensações de pânico, torcendo para ser apenas psicológico. Estou suspeitando que seja falta de alguma vitamina, pois já faz um tempo que não ando me alimentando corretamente por causa da correria do dia-a-dia. Só um detalhe: isso que estou sentindo em nada tem a ver com minha profissão, pois não tenho do que me queixar diretamente do que faço e/ou tenho que fazer. Já me indicaram tomar FRONTAL, OMEGA 3 e COGUMELO DO SOL. Estou tomando este último, mas eu devia tomar regularmente a dose indicada.

    Vou começar a tomar OMEGA 3. Dizem que ele auxilia em muitos distúrbios psicossomáticos, ou seja, serve para tratar esses sintomas que venho sentindo há pouco mais de 6 meses. Mesmo havendo dias em que eu me sinta totalmente curado, sempre volto a ter pensamentos negativos e tudo volta. Será que isso tem tratamento psicológico que seja à base de exercícios físicos, atividades prazerosas e coisas que não sejam psicotrópicas??? Já tive crises de depressão. Tanto que, de fevereiro para março, emagreci quase 15 Kg. Eu já estava quase chegando aos 70Kg. E me assustei quando vi na balança apenas 55Kg. Se alguém souber de algo, por favor, me avise. E se quiser ajuda, amigo, alguém para conversar, também estarei aqui. Grato.

  • Iara Leandro disse:

    Tenho 29 anos e em junho deste ano fui diagnosticada como portadora de Sindrome do Pânico. Tudo começou em outubro do ano passado quando sofri um aborto, apartir dai comecei a ter varias crises de dor de cabeça e me tornei hipertensa, isso me apavorou, pois sempre fui muito saudavel. Mesmo realizando todos os exames solicitados pelo cardiologista e mesmo todos os resultados sendo normais eu me desesperava a cada dia, comecei a pensar que iria morrer a qualquer momento. Qualquer coisinha que me acontecia ou que eu sentia ja me desesperava ao ponto de procurar um médico. Me tornei uma pessoa neurótica, se ouvia alguem falar sobre sintomas de qualquer doença, ja estava eu lá sentindo todos os sintomas e foi assim por alguns meses. Até que no inicio de junho/2012 estava no trabalho realizando um atendimento quando tive uma sensação horrivel de morte, começei a sentir palpitações, falta de ar, pressão na cabeça. Foram segundos de horror, não me recordo se esses sintomas passaram de um minuto, mas foram muito intensos. Quando voltei a respirar e fui me ver no espelho estava pálida, tremula, com uma sensação de angustia e morrendo de medo de sentir aquilo denovo e morrer. Sai do trabalho com uma amiga segurando no braço dela, pois na minha cabeça eu não poderia ficar sozinha senão morreria. Como trabalho no centro de São Paulo e dependo do metro para me locomover, não tive condições de embarcar, pois achava que se entrasse no trem ficaria sufocada e acabaria morrendo. Digo com propriedade que esses forma os piores dias da minha vida, pois passei o fim de semana inteirinho na espectativa de sentir aquilo denovo, tive mal estar, diarréia e palidez repentinas. Na segunda feira seguinte procurei um PS, onde a médica de plantão ao verificar P.A, batimentos cardíacos constatou que estava tudo normal me aconselhou a procurar um psiquiatra para um diagnostico mais detalhado, pois como eu tinha passado por um trauma recente poderia ser uma crise de ansiedade. Assim fiz, chegando lá eu estava muito agitada, nervosa, tremendo, com medo. Apertando fortemente uma mão contra a outra. Durante a consulta conversamos bastante mostrei os meus exames á ele, me explicou o que estava acontecendo com o meu corpo e me medicou 2 remedios. No inicio me sentia mal, com tontura, mas com o passar dos dias fui ficando mais calma, mais consciente em seguida tirei férias do trabalho nesse período houve doi falecimentos de familiares bem próximos e eu acho que reagi bem a tudo isso. Recentemente estive em consulta, estava bem mais amena, o meu medicamento foi alterado e continuo me sentindo bem, é claro que ás vezes bate aquela sensação ruim, aquela ansiedade. Mas estou conseguindo controlar.

  • Leandro Lemes disse:

    Bom dia gostaria muito de saber se tenho alguma sindrome do panico pois quando preciso falar em publico eu começo a tremer e da palpitação no peito e não consigo raciocinar bem o que estou falando, até mesmo quando vou assinar algum documento começo a tremer.

  • Vinícius disse:

    Oi, tenho 27 anos e acho que estou sofrendo de sindrome do panico. Quem me conhece JAMAIS acredita no que eu sinto, eu tento ser forte o suficiente pra NINGUÉM notar algo de errado comigo. Não sei muito explicar, na maioria das vezes acontece a noite, uma coisa ruim, medo de passar mal, de ter um ataque/parada cardíaca, morro de medo das pessoas me veem numa crise, uma vez fui parar no hospital quase desmaiando com o coração acelerado, quando ingiro bebida alcoolicas, de imediato fico tranquilao, mas no outro dia, parece que a crise vem dobrada. Enfim, é a primeira vez que estou me desabafando, nunca contei isso pra ninguém, estou precisando de ajuda. Se Deus quiser e vcs do site vou conseguir vencer! Obrigado a todos.

  • Lucielen disse:

    Oi, gostaria de saber mais sobre a síndrome do pânico, pois eu já tive há dois anos quando perdi minha mãe, e agora sinto todos os sintomas novamente, minha cabeça dói muito, gostaria de saber como tratar, formas saudáveis, já que acabei de ler que os medicamentos só adiam o tratamento, obrigada.

  • Michele Cardoso disse:

    Eu tive a primeira crise com uns 22 anos, ao me deitar senti como se tivesse alguém me enforcando, comecei a tremer e o coração acelerado e uma sensação de morte… Fui ao hospital o medico me deu um calmante e permaneci em observação até o outro dia, no qual fui embora de manhã. Hoje tenho 29, fui submetida a um procedimento cardíaco que destrui “nervinhos” que tinha no coração, pois tinha arritmia frequentemente no ano passado. Desde então, nao sei se foi por esse motivo, tenho medo de passar mal do coração e com isso as crises de panico aumentaram de intensidade… A ultima ocorreu a 5 dias, tontura, taquicardia, sufocamento, sensação de desmaio, calor extremo, sudorese nas maos e pes e tremores no corpo todo. Fui ao psiquiatra e ele me passou um remedio, ainda é cedo pra avaliar se esta funcionando, mais Deus está comigo e vai me tirar dessa agonia..

  • Mara Galvani disse:

    Lucimara Gislaine Galvani, (Mara) sou coordenadora de evavengelização e missões, faço parte do ministério de louvor! Faço tudo com muito amor e transformações em cada coração, trato as pessoas como se estivesse vendo “Jesus” em cada pessoa, em cada situação, flores, estradas, tudo tem o dedo do senhor, em cada mover em cada situação.

    Considero-me e sempre quero ser um “Aprendiz”, porque quando achamos que sabemos um pouco de Deus, ele vem e muda toda nossa situação.

    Bom sou uma pessoa com histórico acho que não diferente de muitas pessoas, vim de uma família simples, mas muito honesta, de caráter e muitas responsabilidade, meus pais são de essência difíceis, mas não os culpo pelas consequências que tive em minha vida, porque toda ação sempre terá uma reação, quem planta colhe tanto bem, quanto mal, desde criança sempre me achei um pouco rejeitada, aonde achava que minha mãe fazia diferença de mim com meus irmãos, cheguei odiar meu pai, um homem que toda vida só soube trabalhar e viajar, porque esse era a obrigação do serviço, e por causa de terceiros que obtive essa revolta, aonde muitas pessoas quando não temos Deus de verdade eles tentam de tudo para destruir tudo que você tem de melhor a sua família….Então com toda minha rebeldia, achava que o povo da rua eram meus amigos, que sair traria mais felicidade, ou ir embora ficar longe dos meus pais seria o melhor para minha vida. Então aos meus 15 para 16, pois engravidei do meu 1 namorado :/ fiquei totalmente perdida, mas por outro lado achava que estava ganhando minha liberdade, mas foi ai que começou a minha prisão, com muito medo das acusações achei melhor ir embora, para cidade do pai da minha filha pra longe dos meus pais, aonde pode ver que o mundo não é da maneira que pensamos e sim,uma lição de vida todos os dias, bem quando você é nova você acha que ama, mas é só paixão repentina, e tive varias decepções, pois me encontrava sozinha a cada dia, as pessoas tinham inveja do meu jeito, da minha alegria, então dos meus 17 para 18 com muita angustia e morando longe dos meu pais, tive um “taquicardíaco” que quase matou, fui parar num pronto de socorro, com minha filha que tinha apenas 3 anos, junto comigo no resgate, fiquei vários dias na UTI, mas não sendo pouco e me vendo numa situação aonde tava chegando a destruição, achava que ia morrer e fui entrando numa depressão terrível, aonde tudo a minha volta rodava, e não sendo pouco, minha vida essa época foi virando um vale, sim como Ezequiel, um vale dos ossos secos, depois disso tive mas 2 taquicardíaco, ai sim foi a falência de tudo na minha vida, não tinha mas vontade de viver, e não sendo pouco, em uma dessas vezes que passei mal ainda me deram uma injeção errada para o cérebro, achei que minha cabeça insuflava, bom eles não encontravam solução para meu problema, mas na verdade eu sabia….(tava totalmente infeliz, pela situação que eu mesma tinha gerado), e ao decorrer dos tempos a cada dia era uma eternidade, tomando vários antidepressivos e dopada me encontrava num quarto aguardando a morte, achava que não tinha mais solução, mas a solução, foi que meu Pai… É meu Pai, manda um cunhado ir me buscar onde eu estava morando numa cidade do Paraná, e vim embora largando tudo sim tudo, minha casa e o pai da minha filha, ficaram um ano sem sorrir, com todo esse sofrimento, mas quando cheguei de volta à casa de meus pais, ouve uma revolução a cada dia eu melhorava a cada dia eu sarava, mas ai quando achava que já tava bem, que tinha que curtir a minha vida, e fiquei um ano na farra: bebendo, ficando, saindo, baladas, amigas falsas e aproveitadoras, mas uma pancada de destruição na minha vida, e nessa época meu irmão começo a ir à igreja e através da vida dele hoje nossa família esta toda na igreja, graças a Deus, mas ao decorrer deste um ano: achando que tinha que aproveitar a vida sabe que ganhei uma “SÍNDROME DO PANICO”, mas como disse no começo, tudo tem consequências, esse pânico não deixava eu me mexer, sensações de taquicardíaco com medo da morte, e achar que tinha um monte de doença, mas pela misericórdia de Deus, eu tinha um irmão na igreja no qual sempre me convidava para ir, até que um dia numa crise terrível, aonde abri as portas, janelas comecei a gritar que ia morrer, pedi encarecidamente ao meu irmão que orasse por mim, pois ele com toda paciência orou comigo e me ungiu com seu olhinhos, e eu disse para ele eu não aguento mais, eu quero servir a esse Deus que você serve, chega de tanto sofrimento eu por minhas forças não consigo mais, pois peguei a minha cruz, que era bem pezada, e fui para igreja Metodista, aonde fui bem acolhida e me senti amada, e Deus moldou meu caráter e toda minha vida, mas por muitas vezes saia correndo do meio do culto, mas alguns irmãos sempre estavam ali para me ajudar, e louvo a Deus porque o pastor da época o pastor Hécio, foi como um pai para mim, e hoje meu pai se converteu de ter ido atrás de mim na igreja, para ver se eu estava realmente indo para igreja, e pode ver que aquele homem o meu Pai, só queria o melhor para minha vida, quando ele testemunhou, que ele sempre orava pela Minha Vida e que tava muito feliz de me ver aos pés do Senhor foi a grande transformação da nossa família, aonde continua sendo, por isso que eu gosto muito da frase da bíblia que diz assim: EU E MINHA CASA SERVIREMOS A DEUS, A GLÓRIA DA SEGUNDA CASA, SERÁ CONCERTEZA MELHOR QUE A PRIMEIRA.

    Hoje testemunho a minha vida para honra e glória do nosso Deus, pois sou uma mulher transformada e curada por cristo Jesus…

  • Vilma de Souza Miranda disse:

    Boa noite,tudo começou no começo desse ano trabalhava a noite a quatro anos quando foi em novembro de 2012 sai da firma,e com o dinheiro arrumei minha casa só que devido o trabalho a noite não conseguia dormir á noite,foi ai na reforma da casa muito estresse passei mal minha pressão baixou chegou a oito,quando cheguei no médico ele logo de cara me deu um diazepam para me acalmar fiz um eletro pois meu coração parecia de um rn de um nenê recém-nascido e fiquei ali por muito tempo em observação, e fui me acalmando aos poucos.
    Depois dai minha vida mudou pra quem nunca teve nada foi difícil de enfrentar tudo isso,sentia vontade de me matar chorava desesperada e achava que aquilo podia acontecer de novo, passei pelo psiquiatra e ele falou que aquilo era ansiedade estresse e logico começo de depressão e me passou o remédio clonazepan dose bem fraca melhorei bastante, mas hoje continuo me dando com a ansiedade hoje acho que vou morrer quando estou falando com alguém me da crise de ansiedade meu pescoço se contrai de nervoso ansiedade fico tremula e sensação de cabeça rodando e penso que seria melhor morrer sensação de morte gostaria muito de saber oque acontece comigo.

  • Lune disse:

    Venho de uma familia que sofre dos nervos. Minha mãe teve aneurisma cerebral e minha prima de 30 anos também…meu irmão tem sindrome do panico diagnosticado e toma remedios, faz anos…E eu desde o ano passado enfrento sintomas esporádicos terriveis que so me levam crer que tb tenho essa sindrome. As vezes andando pela rua parece que vou desequilibrar e andar de lado…Como se eu levasse um susto súbito, ai a respiração fica profunda eu tenho que parar e vejo que nada verdade nada aconteceu…Quando morava com minha mae me dava suadeira, mãos e pés sempre como um gelo no frigorifico, aperto no peito, sensação de pressão baixa, coração batendo forte como se fosse desmaiar…eu tinha que sair correndo e andava no meio da rua porque eu tinha uma sensação de que se ficasse parada eu ia cair dura e morrer! A pior crise foi um dia que cheguei e ouvir minha voz ecoando dentro de mim e não saindo e zumbidos no ouvido seguidos por formigamentos e calafrios por todo o corpo…Mas so tive isso uma vez. Depois passam alguns meses e vem novas sensações mas a mao gelada, tremedeira e falta de ar sempre estão presentes. No momento resolveu aparecer tontura…Tive um pesadelo comm minha familia e acordei no susto tudo rodou. E eu odeio sentir tontura porque da impressão que vou morrer, desmaiar, ou perder o controle. Como dou aula sinto culpa muito forte de ter que cancelar as mesmas! Ontem consegui superar e na ultima aula pareciaque eu nao tinha nada, mas hoje nao deu, no meio de uma aula minha cabeça pesou, rodou e fiquei na cama…Pra piorar a situação eu tenho pânico de hospital, médico, sangue, exames e so de pensar que tenho que de ir a um hospital meus sintomas pioram! Vejo que a maioria e ate meu irmao ia pro hospital e ouvia que nada tinha, mas eu nem consigo ir pro hospital porque meu panico maior é com esse ambiente devido tudo que passei com minha mae no hospital publico quando quase morreu, por 4 meses. Cheguei dormir no chao e ver muitas pessoas sofrerem, morrerem…
    Nao quero tomar remedio, até hoje to vencendo isso porque repito que é panico e ai so de pensar que nao é uma doença que nao possa controlar acabo me acalmando, mas tenho muito receio do “daqui pra frente”. Me identifico com tudo que escreveram aqui..

    • Lucinéia disse:

      Boa tarde, há oito meses atrás passei por isso, acordava à noite com palpitação, tremendo falta de ar, não ficava sozinha, não dirigia mais, corria ao médico com dor no peito. Fiz exames e não deu nada graças a Deus. Devido a isso tudo comecei ficar com pressão alta, estou fazendo tratamento com medicações mas tenho fé no nosso Deus que vou me livrar disso também. Sei que é só uma fase mas Deus está no controle das nossas vidas. Estou à voltando minha rotina, comecei a frequentar uma igreja mesmo assim ficava até com medo de ir ate à igreja mas Deus é tão maravilhoso e nunca nos abandona. Hoje vou e me sinto super bem graças a Deus.

  • Camila Cristina disse:

    Boa noite, estou me identificando muito com esses relatos. Sou uma pessoa muito extrovertida, risonha e muito pra cima com as pessoas. Mas moro sozinha com meu pai há 2 anos, ele é alcoólatra e sempre me menospreza nos seus discursos… Desmerece minha profissão, o fato de eu ainda morar com ele, dentre outras coisas. Nunca digo nada, fico sempre calada, não converso com ninguém e digo que está sempre tudo bem…Mas nos últimos meses depois de um discussão feia com ele não paro de chorar, desenvolvi um medo sem controle de ir trabalhar… Não quero dormir à noite com medo de chegar o horário de ir para o serviço e quando o meu relógio desperta meu coração acelera, sinto formigamentos em minhas mãos, dor de cabeça, sinto um vazio na cabeça e fico com um nó na garganta, mas não me permito chorar. Pois sei que há muitas pessoas com dificuldades maiores que as minhas mas não estou conseguindo controlar isso, já me afastei um período do serviço e achei que depois das minhas férias eu me recuperaria, mas nada mudou. Estou em uso de fluoxetina, mas não consigo perceber melhoras no meu quadro.

  • Marina disse:

    Acredito que meu pai ultimamente vem sentido este sindrome do pânico… Ele sente uma friagem da barriga pra cabeça e de tanto medo fica amarelo, não entedemos o que poderia ser se não for sindrome do panico.


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